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Guia prático como reduzir o custo de climatização do seu hotel sem abrir mão do conforto

  • há 16 horas
  • 4 min de leitura

ar condicionado peças originais

Esse guia não vai pedir para você trocar equipamento nem aprovar verba de capex. O que vai pedir é que você olhe para o que já existe no seu hotel com um olho diferente o de quem sabe que sistema mal gerenciado é dinheiro saindo todo mês sem fazer barulho, siga os passos em ordem, cada um entrega resultado por si só.


1-Descubra quanto você realmente gasta por quarto


A maioria dos hotéis acompanha o total da conta de energia. Mas o número que importa é o custo por quarto disponível e comparado mês a mês.


Se ele sobe sem aumento de ocupação, o sistema está perdendo eficiência. E você já está pagando por isso.

Hotéis que identificam e corrigem ineficiências nessa etapa reduzem o consumo entre 10% e 20% só com melhor gestão do que já está instalado.


Essa semana: pegue as últimas três contas de energia, divida pelo número de quartos disponíveis e compare. Se cresceu mais de 5% sem justificativa, tem ineficiência a corrigir.

2-Pare de climatizar quarto vazio no máximo


Parece óbvio, mas acontece em quase todo hotel. O sistema resfria quarto vazio com a mesma intensidade de quarto ocupado e ninguém percebe, porque a conta vem no total.

Sensores de ocupação resolvem isso de vez sistemas bem configurados reduzem o tempo de operação do HVAC em até 45%, mas mesmo sem tecnologia, dá para começar agora orientar a camareira a ajustar a temperatura para o mínimo e fechar as cortinas ao sair do quarto já faz diferença imediata.


Outro detalhe que poucos exploram: quartos nos andares superiores, nos cantos do prédio e com face oeste no verão são os que mais consomem. Vale orientar a recepção a reservar esses últimos.

Essa semana: inclua no checklist da camareira ajustar temperatura e fechar cortinas ao sair. Zero custo, impacto imediato.

3-Faça o sistema trabalhar no ponto certo, não no limite


Sistema com filtro sujo, serpentina encardida e termostato descalibrado não quebra. Só gasta mais para entregar menos e o hóspede ainda reclama do quarto que não resfria direito.


Sistemas com ventiladores limpos consomem entre 41% e 60% menos energia do que sistemas com acúmulo de sujeira. E um sistema mal mantido pode consumir até 30% mais energia para entregar o mesmo nível de conforto.


Esse percentual não aparece numa linha do relatório. Aparece diluído na conta todo mês, como se fosse normal.


Esse mês: fazer uma rodada de limpeza de filtros e serpentinas em todos os quartos e registrar a data. Esse registro vira a base da sua preventiva daqui para frente.

4-Monte um calendário de preventiva e de verdade siga ele


Esse é o passo que mais gestores pulam é o que mais diferencia os hotéis que controlam o custo dos que são controlados por ele.


Hotéis com preventiva estruturada reportam 25% a 35% menos custo de manutenção e 15% a 25% menos consumo de energia. Equipamentos que durariam 5 a 7 anos com manutenção reativa chegam a 12 ou 15 anos com cuidado consistente.


A diferença entre preventiva que funciona e preventiva que fica no papel é simples: frequência definida, responsável definido, registro de tudo. Sem esses três, o calendário não sai do papel.


Esse mês: definir frequência para cada equipamento filtros mensalmente, serpentinas trimestralmente, inspeção completa semestralmente e nomear quem é responsável por cada etapa.

5-Revise as configurações de temperatura tem dinheiro escondido aqui


Temperatura configurada em 18°C quando o hóspede prefere 22°C não é conforto. É desperdício, o sistema trabalha mais, o quarto fica frio demais, e o hóspede ainda reclama.

Termostatos bem calibrados com ajuste por ocupação cortam a conta de climatização em 10% a 15% ao ano só por ajustar temperatura quando o quarto está vazio.


Outra coisa que quase ninguém revisa: o sistema provavelmente está rodando no mesmo modo de sexta com 90% de ocupação e na segunda com 40%. Ajustar por período e por ala é simples e impacta direto no bolso.


Esse mês: revisar as configurações padrão de temperatura por área. Ajuste de 1°C a 2°C acima do mínimo configurado pode gerar economia expressiva sem que nenhum hóspede perceba.

6-Cuide das peças antes que elas virem crise


Hotéis que dependem de manutenção reativa destinam entre 40% e 50% do orçamento de manutenção a reparos de emergência.


Com preventiva estruturada, esse número cai para 10% a 15%. Num hotel de 200 quartos, isso pode representar mais de R$ 100 mil por ano.


Mas o custo maior não está nem no reparo. Está no quarto indisponível, no hóspede realocado, na avaliação negativa, no desconto dado como compensação. E tem um detalhe que passa despercebido: a peça paralela que "resolve" a falha faz o sistema voltar a funcionar fora do ponto de eficiência para o qual foi projetado. O consumo sobe devagar. A próxima falha vem antes do esperado. A economia na nota fiscal aparece, mas o custo real fica escondido na conta de luz dos meses seguintes.


Esse trimestre: mapear os componentes críticos do seu sistema os que mais falham e os com maior tempo de reposição e garantir estoque desses itens antes da próxima alta temporada.


No fim das contas, é simples: você não precisa trocar nada, Precisa fazer o que você já tem de render o máximo que ele consegue.


Sistema limpo, bem calibrado, com manutenção em dia e peças certas disponíveis isso é o que separa o hotel que controla o custo de climatização do hotel que é controlado por ele. Sem abrir mão de nenhum ponto de conforto para o hóspede.

A Neshop ajuda gestores de hotel a colocar esse processo em prática mapeando os componentes críticos da operação, montando estoque estratégico dos itens com maior risco de falha e garantindo peças originais disponíveis antes que o problema vire emergência. Se você quer sair do modo corretivo de vez, a conversa começa aqui.



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